Março Azul para prevenção do câncer de intestino tem apoio da FEBRASGO
A FEBRASGO apoia a campanha Março Azul 2026, mobilização nacional voltada à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal. A iniciativa reforça a importância dos exames de rotina, especialmente porque a doença costuma não apresentar sintomas em sua fase inicial.
“O ginecologista ocupa um papel estratégico como sentinela da saúde feminina e deve atuar ativamente na prevenção primária e secundária do câncer colorretal. Além de identificar sinais de alerta, como anemia e dores abdominais, nossa missão envolve a educação para o autocuidado: devemos orientar a manutenção de uma alimentação adequada, priorizando fibras e evitando ultraprocessados bem como o consumo de álcool, além de incentivar a prática regular de atividade física. No consultório, é fundamental que indiquemos exames como o FIT e a colonoscopia como o exame padrão-ouro para o rastreio preventivo a partir dos 45 anos, encurtando o caminho para um diagnóstico precoce que pode elevar as chances de cura", conta Dr. Eduardo Batista Candido, presidente da CNE em Ginecologia Oncológica da FEBRASGO.
De acordo com a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 53.810 novos casos por ano no triênio de 2026 a 2028. Trata-se da segunda neoplasia mais frequente no país, o que reforça a necessidade de ampliar a informação e o acesso à prevenção.
Neste ano, a campanha tem como tema “Jornada da Vida” e é realizada pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). A proposta é chamar a atenção para o papel decisivo do diagnóstico precoce, que pode elevar as chances de cura para até 90%.
Entre as ações previstas estão a iluminação de prédios públicos em diversas cidades brasileiras e a divulgação de orientações sobre cuidados preventivos. Um dos destaques é o incentivo à realização do teste FIT, exame que detecta sangue oculto nas fezes e pode ajudar na identificação precoce de alterações intestinais.
Além do FIT, a colonoscopia também é um exame fundamental. Ela permite a visualização detalhada do intestino e a identificação precoce de lesões, muitas vezes antes mesmo do aparecimento de sintomas. São exames importantes para a prevenção e para o diagnóstico em estágios iniciais da doença.
A recomendação é que pessoas com 45 anos ou mais conversem com um médico sobre a necessidade de iniciar a investigação preventiva. Também é essencial procurar avaliação médica diante de sinais de alerta, como sangue nas fezes, dor ou cólica abdominal frequente por mais de 30 dias, mudança recente no hábito intestinal, emagrecimento sem causa conhecida, anemia, cansaço e fraqueza.
Falar sobre prevenção também é uma forma de combater o medo e a vergonha que ainda cercam os exames. Quando o câncer de intestino é descoberto cedo, as chances de tratamento bem-sucedido são muito maiores. Cuidar da saúde intestinal é um passo importante ao longo de toda a jornada da vida.
Endometriose: doença que causa dor intensa e pode levar à infertilidade exige diagnóstico precoce e acompanhamento especializado
13 de março é Dia Nacional de Luta contra a Endometriose
A endometriose é uma doença ginecológica crônica que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, especialmente durante o período reprodutivo. Apesar de relativamente comum, ainda é cercada por desinformação, o que frequentemente atrasa o diagnóstico e o início do tratamento adequado.
De acordo com o Dr. Ricardo de Almeida Quintairos, ginecologista, presidente da Comissão Nacional Especializada em Endometiose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO, a doença ocorre quando células semelhantes às do endométrio, tecido que reveste o interior do útero, passam a se desenvolver fora da cavidade uterina.
“A endometriose é o implante de células do endométrio fora do útero, em locais como ovários, trompas, intestino ou outras estruturas da pelve. Dependendo de onde essas células se implantam, a doença recebe o nome da estrutura afetada”, explica o médico.
Ele destaca que a condição pode se manifestar de duas formas principais: a endometriose interna, também conhecida como adenomiose, quando o tecido invade a musculatura do útero; e a endometriose externa, quando as células se implantam fora do órgão, na cavidade abdominal.
Sintomas - Segundo o especialista,
“O quadro clínico da doença pode ser resumido basicamente em dois grandes problemas: dor e infertilidade”, afirma o médico.
Entre os sintomas mais frequentes da endometriose estão as chamadas “6 Ds”, um conjunto de manifestações que indicam diferentes tipos de dor associados à doença: a dismenorreia, caracterizada por cólica menstrual intensa; a dispareunia, que é a dor durante a relação sexual; a disquesia, dor ao evacuar; e a disúria, que corresponde à dor ou dificuldade para urinar. Além disso, muitas mulheres apresentam dor pélvica crônica, que pode ocorrer ao longo de todo o mês, independentemente do período menstrual, e podem enfrentar dificuldade para engravidar, já que a doença pode comprometer a fertilidade.
O Dr. Ricardo explica que esses sintomas muitas vezes são subestimados, o que pode retardar o diagnóstico. “Muitas mulheres escutam desde cedo que sentir cólica menstrual é normal e que a dor vai passar com o tempo ou depois da gravidez. Isso faz com que elas não valorizem os próprios sintomas e atrasem a busca por ajuda médica”, alerta.
Doença tem origem genética e imunológica
Durante muito tempo, acreditou-se que a endometriose era causada exclusivamente pela chamada menstruação retrógrada, quando o fluxo menstrual retorna pelas trompas para a cavidade abdominal. No entanto, os conhecimentos científicos mais recentes apontam para uma origem mais complexa.
“Hoje sabemos que a mulher não ‘desenvolve’ a endometriose ao longo da vida. Ela já nasce com a predisposição para a doença, que pode se manifestar em diferentes fases da vida”, explica o especialista.
Segundo ele, fatores genéticos, hormonais e imunológicos estão diretamente envolvidos no desenvolvimento da doença. “Os fatores genéticos e imunológicos têm um papel importante na endometriose. Além disso, trata-se de uma doença altamente dependente do hormônio estrogênio. Por isso, quanto mais ciclos ovulatórios e menstruais a mulher tiver ao longo da vida, maior pode ser o estímulo para a progressão da doença”, afirma.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico da endometriose começa com uma avaliação clínica detalhada, baseada principalmente nos sintomas relatados pela paciente.
“A suspeita surge principalmente a partir do quadro de dor progressiva associado ao ciclo menstrual”, explica o médico.
Para confirmação diagnóstica, os exames de imagem são fundamentais. Entre os principais estão o ultrassom transvaginal com preparo intestinal, indicado para mulheres que já iniciaram vida sexual, e a ressonância magnética da pelve.
A escolha do tratamento depende da gravidade da endometriose e dos sintomas apresentados pela paciente.
Segundo o médico, a abordagem inicial costuma ser clínica, com o objetivo de reduzir a ação do estrogênio no organismo e controlar a evolução da doença. “O tratamento inicial geralmente é feito com anticoncepcionais hormonais ou progestagênios, que ajudam a reduzir ou interromper os ciclos menstruais. Isso diminui o estímulo hormonal sobre as lesões de endometriose”.
A cirurgia é reservada para situações mais complexas ou quando o tratamento clínico não apresenta resultados satisfatórios. “O tratamento cirúrgico é indicado principalmente nas formas mais graves da doença ou quando há comprometimento de órgãos importantes, como intestino ou ureter”.
Para isso, o médico reforça a importância de não ignorar os sinais do corpo. “O mais importante é que a mulher não desvalorize a sua dor. Quanto mais cedo a doença for reconhecida e tratada, maiores são as chances de preservar a qualidade de vida e a fertilidade”, conclui.
Comitê de emergência para ações contra a criminalização da obstetrícia
Maria Celeste Osorio Wender
Presidente da Febrasgo
Lia Cruz Vaz da Costa Damásio
Diretora de Defesa Profissional da Febrasgo
Roseli Mieko Yamamoto Nomura
Diretora Administrativa da Febrasgo
Sergio Hofmeister de Almeida Martins Costa
Membro da CNE da Defesa Profissional Febrasgo
Antonio Rodrigues Braga Neto
Vice-Presidente da CNE em Doença Trofoblástica Gestacional da Febrasgo
Carlos Henrique Mascarenhas Silva
Membro da CNE da Defesa Profissional Febrasgo
Mirela Foresti Jiménez
Membro da CNE da Defesa Profissional Febrasgo
Etelvino de Souza Trindade
Membro da CNE da Defesa Profissional Febrasgo
Napoleão Puente de Salles
NK Consultores
Lizandra Moura Paravidine Sasaki
Conselho de Ética da SGOB – Federada Febrasgo
José Hiran da Silba Gallo
Presidente do Conselho Federal de Medicina
FEBRASGO, AMB e CFM: união contra a criminalização da obstetrícia
A FEBRASGO, a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina apresentam posicionamento contra a criminalização da obstetrícia e pelo parto seguro e respeitoso.
“No exercício da Ginecologia e Obstetrícia, existem muitos desafios e, principalmente, a assistência ao parto é uma especialidade que requer coragem. Muitas vezes, a atitude que tem que ser tomada rapidamente vai salvar a vida da criança — e é isso que nos preocupa: a segurança do binômio materno-fetal. Nesse sentido, algumas intervenções legislativas, por melhor que sejam as suas intenções, podem vir a prejudicar o desenvolvimento e a assistência obstétrica em todo o país, à semelhança do que já vimos acontecer em experiências internacionais”, declara a Dra. Lia Cruz Vaz da Costa Damásio, diretora de Defesa e Valorização Profissional da FEBRASGO.
A assistência ao parto é um dos atos mais complexos da Medicina: trata-se de um momento em que vida, risco, urgência, ciência e emoção se encontram. Em muitos casos, decisões clínicas precisam ser tomadas em minutos para proteger a vida da mulher e do recém-nascido.
Toda mulher tem direito a uma assistência respeitosa, segura, informada, digna e livre de qualquer forma de violência. Esse compromisso é central para a FEBRASGO, a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM).
No entanto, o atual debate legislativo em torno do Projeto de Lei nº 2.373/2023 traz preocupações relevantes para a assistência obstétrica no Brasil. O propósito de combater a violência contra a mulher é legítimo e necessário, mas dispositivos podem gerar efeitos contrários ao interesse das próprias mulheres.
A criação de um novo tipo penal direcionado especificamente à Obstetrícia, como proposto pelo Projeto de Lei, em seu artigo 15, cria um cenário de insegurança jurídica para os profissionais de saúde.
PROPOSTA PL 2373/2023: Art. 15. O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 149-B:
“Violência obstétrica e ginecológica
Art. 149-B. Praticar o médico, ou outro profissional de saúde, ato ofensivo à integridade física ou psicológica da mulher, ou causar-lhe sofrimento desnecessário, durante a gestação, o trabalho de parto, logo após este ou no puerpério:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa, se a conduta não constitui crime mais grave.”
O ordenamento jurídico brasileiro já prevê instrumentos para responsabilizar abusos, negligências ou má prática. Essa modificação proposta ao Código Penal Brasileiro é uma abordagem legislativa que estimula a chamada medicina defensiva, gera medo nas equipes de saúde e dificulta decisões clínicas rápidas em situações de urgência obstétrica — justamente nos momentos em que cada minuto pode fazer diferença para a vida da mulher e do bebê.
Experiências internacionais e análises críticas recentes mostram que legislações estruturadas sob lógica punitiva podem criar um ambiente de desconfiança dentro das salas de parto, enfraquecendo a relação médico-paciente e podendo, paradoxalmente, tornar o parto menos seguro para quem se pretende proteger.
A defesa da mulher e a defesa da Obstetrícia não são agendas opostas. Pelo contrário: são dimensões complementares de um mesmo compromisso com a saúde pública e com a segurança do nascimento.
Por isso, a FEBRASGO, a AMB e o CFM conclamam as Federadas da FEBRASGO e os Conselhos Regionais de Medicina a se unirem neste movimento institucional:
Contra a criminalização da Obstetrícia — pelo parto seguro e respeitoso.
Defender a obstetrícia é defender:
- O acesso das mulheres ao cuidado especializado;
- A segurança do parto e do nascimento;
- A autonomia da mulher informada;
- A responsabilidade técnica dos profissionais de saúde;
- A sustentabilidade da assistência obstétrica no Brasil.
Mobilização urgente
Diante da relevância e da urgência do tema, solicitamos às Federadas da FEBRASGO e aos Conselhos Regionais de Medicina que realizem contato institucional imediato com os Deputados Federais e Senadores de seus Estados, com o objetivo de:
- Apresentar os fundamentos técnicos e científicos das entidades médicas;
- Esclarecer os riscos de criminalização indevida da prática obstétrica;
- Explicar que essa abordagem legislativa pode gerar efeitos negativos para a assistência e para a segurança das próprias mulheres.
É fundamental que o Parlamento brasileiro compreenda que a proteção das mulheres não se faz pela criminalização da Medicina, mas pelo fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidência científica, qualificação profissional e melhoria das condições de assistência ao parto.
A participação ativa das entidades médicas estaduais neste diálogo com o Congresso Nacional é essencial para garantir que qualquer legislação voltada à saúde da mulher proteja verdadeiramente quem mais importa: as mulheres e seus filhos.
EPISÓDIO 27 - Diagnóstico diferencial entre mola parcial e gestação gemelar de feto normal e mola hidatiforme
Moderador: Olímpio Moraes
Participantes: Antônio Braga e Sue Yazaki Sun
Violência contra a mulher: levantamento inédito da FEBRASGO identifica necessidades de quem está na linha de frente do cuidado da saúde feminina
Levantamento inédito feito pela FEBRASGO, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia traz as principais necessidades e demandas dos profissionais médicos diante da identificação e atendimento de mulheres vítimas de violência, seja ela psicológica, moral, sexual, física ou patrimonial.
Identificar lacunas estruturais e técnicas no atendimento, compreender o nível de preparo e segurança dos médicos, mapear dificuldades relacionadas à rede de apoio e fluxos de encaminhamento e subsidiar o desenvolvimento de ações estratégicas estão dentro dos objetivos da próxima fase da campanha #EuVejoVocê pelo fim da violência contra a mulher em todas fases da vida.
Dos respondentes, 66,09% correspondeu ao público feminino, sendo grande parte das respostas advindas de médicas(os) de São Paulo (31,83%) e Minas Gerais (11,42%). Cerca de 61% do público participante atuam em ambas as redes, pública e privada e 57,24% dos profissionais atendem vítimas de violência ao menos ocasionalmente, evidenciando que a violência está presente de forma recorrente na prática clínica.
Entre os tipos de violência mais identificados estão: violência psicológica/emocional (82,99%), violência sexual (50%), violência física (34,38%) e violência patrimonial (24,65%). Dos médicos(as) entrevistados, 23% relatam sentir-se pouco ou nada preparados para lidar com estes casos, indicando uma lacuna formativa relevante.
“Ao apresentar esses dados, assumimos nosso papel institucional de liderar esse debate, transformar conhecimento em ação e fortalecer nossos profissionais para que sejam parte ativa no enfrentamento à violência contra a mulher” explica Dra. Maria Celeste Osório Wender, presidente da FEBRASGO
Na prática clínica, em relação à abordagem sobre violência contra a mulher, 46,55% abordam as pacientes apenas quando há sinais evidentes; 26,55% apenas quando a paciente relata a violência espontaneamente; 14,48% realizam abordagem rotineira e 12,41% raramente ou nunca abordam o tema. A ausência ou fragilidade da rede de apoio (59,17%) associada às inseguranças jurídicas (44,98%) revela que o principal obstáculo não é apenas clínico, mas estrutural.
Há variação no grau de conhecimento dos fluxos regionais: 43% dos profissionais conhecem pouco ou não conhecem os fluxos de notificação e encaminhamento, evidenciando fragilidade estrutural na articulação assistencial.
“Neste levantamento identificamos uma forte demanda por campanhas educativas contínuas na mídia, divulgação de direitos legais e canais de denúncia (como o Disque 180), orientações claras sobre onde e como buscar ajuda, ações educativas em escolas e comunidades e fortalecimento da autoestima e da autonomia feminina”, explica Dra. Maria Celeste.
Foram mencionados como prioritários: Fluxogramas objetivos de atendimento, protocolos padronizados, checklists operacionais, orientações específicas por município ou região, ferramentas de avaliação estruturada (questionários ou escores), diretrizes claras sobre notificação obrigatória.
Para os(as) ginecologistas ouvidos, há necessidades de educação jurídica simplificada, esclarecimento sobre deveres legais e limites do sigilo, proteção institucional ao profissional, segurança em casos sensíveis (como aborto legal) e garantia de respaldo em situações que envolvam risco ao médico ou à equipe.
Diante dos números levantados, a FEBRASGO identifica demandas de mapeamento atualizado da rede de proteção por região, integração com assistência social, psicologia e serviços jurídicos, fortalecimento das Delegacias da Mulher, ampliação de casas-abrigo, redução da burocracia para encaminhamentos e equipes multiprofissionais estruturadas.
Entre as contribuições dissertativas dos respondentes, foram mencionadas propostas de educação de meninos e jovens sobre respeito e igualdade, inclusão de homens nas campanhas, combate a narrativas que romantizam controle e ciúme, enfrentamento da violência psicológica invisibilizada e ações educativas desde a infância.
Olhar ampliado - Desigualdades no acesso a exames, vacinação, rastreamento e assistência qualificada configuram formas de violência que impactam diretamente indicadores como câncer do colo do útero e mortalidade materna — condições que, em grande parte, poderiam ser evitadas com políticas públicas efetivas e assistência adequada.
A segunda fase da campanha #EuVejoVocê deve, portanto, avançar do campo da conscientização para o campo do suporte prático, fortalecendo o profissional que está na linha de frente do cuidado por meio de treinamentos práticos, simulações de atendimento, orientações sobre como perguntar e acolher, fornecimento de educação médica continuada objetiva e aplicável, e divulgação de conteúdos específicos para ginecologistas e obstetras.
A escuta realizada reafirma o compromisso da FEBRASGO com a qualificação da assistência e com o enfrentamento da violência contra a mulher no contexto da saúde.
Para conhecer os dados completos deste levantamento, clique aqui.