EPISÓDIO 6 – LINHA DE CUIDADOS PARA DOENÇA TROFOBLÁSTICA GESTACIONAL
MODERADORA: DR. GABRIEL COSTA OSANAN, PARTICIPANTES: DRA. SUE YAZAKI SUN, DR. ANTÔNIO RODRIGUES BRAGA NETO
FEBRASGO alerta para intensificação e ampliação da vacinação contra a coqueluche devido ao aumento de casos no Brasil
Em 2024, já foram registrados 3.253 casos notificados de coqueluche, tornando-se o ano com o maior número de ocorrências desde 2014, quando foram contabilizados 8.622 casos da doença. Em 2013, o total foi de 3.113 casos, segundo o painel epidemiológico do Ministério da Saúde (MS). Diante desse cenário preocupante, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) emite um alerta sobre a importância da vacinação, especialmente em gestantes, para prevenir a transmissão da doença para os recém-nascidos, que estão entre os mais vulneráveis.
A Dra. Susana Aidé, presidente da Comissão de Vacinas da FEBRASGO, destaca que o Brasil está enfrentando um surto de coqueluche, popularmente conhecida como "tosse comprida". Ela explica que, embora a doença cause um quadro de tosse prolongada e desconfortável, as vítimas mais graves são, principalmente, os bebês menores de um ano, especialmente os abaixo de seis meses, que ainda não foram vacinados. Esses casos podem evoluir para complicações severas, necessitando de internação, UTI, intubação e até levando ao óbito.
“A estratégia de vacinar gestantes com a vacina tríplice bacteriana tipo adulto, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, visa não apenas proteger a mãe, mas principalmente transferir anticorpos pela placenta, garantindo proteção ao bebê nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade. O SUS oferece a vacina dTpa para todas as gestantes desde 2014 e reforça a importância dessa vacina para a saúde dos filhos”, afirma a médica.
Entidades como o Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI/SVSA/MS), por meio da Coordenação-Geral de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis (CGVDI/DPNI/SVSA/MS) e da Coordenação-Geral de Incorporação de Ciências e Imunização (CGICI/DPNI/SVSA/MS), também emitiram um alerta por meio de uma nota técnica sobre surtos de coqueluche em países da Ásia e Europa. Em resposta, recomendam a ampliação excepcional e intensificação da vacinação contra a doença, além do reforço nas ações de vigilância epidemiológica no Brasil. A nota destaca a importância de manter as estratégias de imunização atualizadas e de garantir que todos os grupos-alvo, incluindo gestantes, bebês e profissionais de saúde, recebam as vacinas recomendadas, de forma a prevenir a disseminação da coqueluche no país. O documento também enfatiza a necessidade de monitoramento constante da incidência da doença e da implementação de medidas para garantir o acesso à vacinação, visando a proteção da população, especialmente os mais vulneráveis, como crianças pequenas e gestantes.
Prevenção e controle
O esquema vacinal primário consiste em 3 doses da vacina pentavalente (penta), administradas aos 2, 4 e 6 meses de vida, com intervalo mínimo de 30 dias e máximo de 60 dias entre as doses. A vacina penta é composta por antígenos contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae tipo b (conjugada). Após o esquema primário, são realizados reforços com a vacina DTP (tríplice bacteriana), que protege contra difteria, tétano e coqueluche. Essas vacinas devem ser administradas em crianças a partir dos 2 meses de vida e menores de 7 anos, conforme as orientações do Calendário Nacional de Vacinação da Criança, disponível online.
Desde 2014, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda, para gestantes, a administração de uma dose da vacina dTpa (vacina adsorvida contra difteria, tétano e coqueluche acelular) a partir da 20ª semana gestacional, com o objetivo de promover a imunização passiva do recém-nascido, transferindo anticorpos via transplacentária, até que o bebê possa iniciar a vacinação contra a doença aos 2 meses de vida. Para gestantes que não receberam a vacina durante a gravidez, é recomendado que a dose de dTpa seja administrada o mais precocemente possível no puerpério, até 45 dias após o parto, conforme o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante.
Em 2019, a recomendação para o uso da vacina dTpa foi ampliada para todos os profissionais de saúde, parteiras tradicionais e estagiários da área da saúde atuantes em UTIs neonatais, UCIs Canguru, berçários, entre outros, como parte do esquema vacinal para difteria e tétano (vacina dT) ou como reforço (a cada 10 anos, ou a cada 5 anos em caso de ferimentos graves), para aqueles que já completaram o esquema vacinal para difteria e tétano (composto por 3 doses).
Com o aumento do número de casos nesse ano, o PNI amplia a indicação de uso da vacina dTpa [vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular)] tipo adulto, em caráter excepcional, para: trabalhadores da saúde que atuam nos serviços de saúde públicos e privados, ambulatorial e hospitalar; com o atendimento em ginecologia e obstetrícia; parto e pós-parto imediato, incluindo as Casas de Parto. Além de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) neonatal convencional, UCI Canguru etc; berçários (baixo, médio e alto risco); e pediatria. Ainda, profissionais que atuam como Doula, acompanhando a gestante durante o período de gravidez, parto e período pós-parto; e trabalhadores que atuam em berçários e creches, com atendimento de crianças até 4 anos de idade.
O PNI tem como meta alcançar uma cobertura vacinal de 95% com a vacina penta para crianças menores de 1 ano (esquema primário completo) e com a vacina DTP (1º reforço) aos 15 meses de vida. Além disso, o PNI busca garantir a homogeneidade das coberturas vacinais nos 5.570 municípios brasileiros.
"Manter altas taxas de vacinação e garantir a cobertura de todos os grupos-alvo são fundamentais para o controle de doenças como a coqueluche, protegendo não apenas os indivíduos, mas também a saúde pública como um todo", finaliza a Dra. Susana.
FEBRASGO marcou presença no evento "Câncer por HPV: O Brasil pode ficar sem"
Evento promovido Pelo Instituto Lado a Lado pela Vida reuniu especialistas para debates sobre prevenção e controle da doença
No dia 6 de dezembro, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) esteve presente no evento "Câncer por HPV: O Brasil pode ficar sem", promovido pela campanha do Instituto Lado a Lado pela Vida. O evento teve como objetivo promover o debate e incentivar adolescentes e suas famílias a aderirem à vacinação contra o HPV, vírus responsável por diversos tipos de câncer, incluindo o câncer de colo de útero, que afeta mais de 17 mil mulheres anualmente no Brasil.
Representando a FEBRASGO, o Dr. Antônio Rodrigues Braga Neto participou do encontro e abordou a importância da discussão para o combate à doença. "A FEBRASGO tem um papel fundamental na promoção da saúde da mulher no Brasil, especialmente na prevenção do câncer de colo de útero. Como ginecologistas, nossa contribuição vai além do atendimento médico: buscamos conscientizar a população sobre a importância da vacinação contra o HPV e do rastreamento regular. Cada um de nós, ao integrar a medicina preventiva no cuidado diário, contribui para um futuro onde o câncer de colo de útero seja evitado e, eventualmente, erradicado no país”, afirmou.
Participaram do evento o Dr. Hisham Mohamad Hamida (Presidente do CONASEMS), Marlene Oliveira (Fundadora e Presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida), Monica Levi (Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações) e Dr. Éder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI – Ministério da Saúde), doutor em saúde coletiva, médico infectologista, além de outros especialistas que levaram suas valiosas contribuições para o tema.
Mesa de abertura do evento "Câncer por HPV: O Brasil pode ficar sem". Da esquerda para direita:
Dr. João Viola, pesquisador titular e atualmente atua como coordenador de pesquisa (2023-presente) e vice-diretor Geral (2023-presente) do Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Dra. Socorro Gross Galiano, representante da OPAS Brasil
Dr. Éder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI – Ministério da Saúde), doutor em saúde coletiva, médico infectologista
Sra. Marlene Oliveira, fundadora e presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, empreendedora social membro do C20 Conselheira no CNS (Conselho Nacional de Saúde)
Dr. Antônio Rodrigues Braga Neto, vice-presidente da CNE Doença Trofoblástica Gestacional da FEBRASGO.
Dr. Hisham Mohamad Hamida, presidente do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde)
Representante da Deputada Federal Laura Carneiro
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CLIQUE AQUI e confira a entrevista da Dra. Maria Celeste Wender, presidente da FEBRASGO.
FEBRASGO apoia Novas Diretrizes para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero e incentiva participação na Consulta Pública
Entidade reforça a importância dos testes moleculares de DNA-HPV como método mais eficaz e convoca sociedade e profissionais de saúde para contribuir com a consulta pública aberta até 9 de dezembro
A consulta pública nº 75/2024, promovida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), está aberta até o dia 9 de dezembro para discutir as novas Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero. Entre as principais recomendações, destaca-se a adoção dos testes moleculares para detecção do DNA do HPV no rastreamento da doença, método considerado mais eficaz do que o exame de Papanicolaou.
"Tivemos importantes avanços na imunização contra o HPV, que já está disponível pelo SUS há dez anos. Agora, temos uma consulta pública aberta, e queremos que todos participem. A proposta inclui o uso de testes moleculares para rastreamento organizado, visando a detecção do DNA do HPV oncogênico. A participação de todos é fundamental. A FEBRASGO convida todos a contribuírem para a implementação de novas diretrizes e métodos mais eficazes de rastreamento, que, no futuro, resultarão em menor morbidade e mortalidade para as mulheres no Brasil. Participe”, declara a Dra. Maria Celeste Wender, presidente da FEBRASGO.
Uma das estratégias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a erradicação do câncer de colo do útero é que 70% das mulheres em todo o mundo realizem regularmente um teste de alto desempenho, como o teste molecular para detecção do HPV. Diversos estudos científicos comprovam que o rastreamento com testes moleculares é mais eficaz na identificação de lesões precursoras desse tipo de câncer. Atualmente, no Brasil, o método utilizado para o rastreamento do câncer de colo do útero é a citologia, mais conhecida como exame de Papanicolaou.
A FEBRASGO, com o compromisso de erradicar o câncer de colo do útero, tem desempenhado um papel fundamental nas discussões sobre a implementação do teste molecular de DNA-HPV como principal ferramenta de rastreamento da doença. “Este método, mais preciso e eficiente do que o exame de Papanicolaou, segue as mais robustas evidências científicas e é amplamente adotado por diversos países que já alcançaram progressos significativos na redução da incidência e mortalidade dessa condição”, diz a Dra. Maria Celeste.
A discussão sobre a incorporação dos testes moleculares para detecção do HPV oncogênico no rastreamento do câncer de colo do útero no SUS foi iniciada no Ministério da Saúde (MS) em novembro de 2019. No entanto, devido à pandemia de COVID-19, as ações concretas começaram apenas em novembro de 2020, com a realização da primeira reunião técnica sobre o tema.
Um dos benefícios dos testes moleculares, baseados na reação em cadeia da polimerase (PCR), é a capacidade de detectar o DNA do vírus HPV na amostra coletada da paciente.
A nova diretriz destaca as melhores práticas para avaliar, tratar e acompanhar mulheres identificadas no rastreamento do câncer de colo do útero. Focando na detecção e tratamento de lesões precursoras e do câncer em estágio inicial, a diretriz enfatiza que mulheres com sintomas relacionados a câncer avançado devem ser avaliadas independentemente das recomendações de rastreamento.
Para participar da consulta pública, é necessário ler o relatório de recomendações, preencher o formulário de cadastro e enviar sua contribuição. Após o prazo de encerramento, a Conitec irá avaliar os comentários recebidos e divulgar a recomendação final.
O link para acessar a Consulta Pública Conitec/SECTICS nº 75/2024 é: https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sectics-n-75-2024-db-cancer-coloGoverno realiza consulta pública para inclusão de vacina contra o vírus sincicial respiratório em gestantes
VSR é responsável por 57,8% dos casos recentes da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças de até dois anos de idade
A consulta pública para ouvir a opinião da sociedade sobre a incorporação da vacina Abrysvo, desenvolvida pela Pfizer e aprovada no Brasil em abril deste ano para a prevenção de doenças respiratórias causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), está disponível até o dia 9 de dezembro.
A crescente circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) resultou em um aumento significativo na incidência e mortalidade da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças de até dois anos de idade. O VSR é responsável por 57,8% dos casos recentes de SRAG com identificação de vírus respiratório. Essas informações foram divulgadas no Boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
A Dra. Susana Aidé, presidente da Comissão Nacional Especializada de Vacinas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), destaca a importância da inclusão do imunizante no calendário vacinal das gestantes. “A incorporação dessa vacina ao Programa Nacional de Imunizações é crucial para ampliar o acesso à proteção, fortalecendo a saúde pública no combate ao vírus sincicial respiratório”, afirma.
Atualmente, o Ministério da Saúde, por meio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), está avaliando a possibilidade de incluir a vacina Abrysvo no Calendário Nacional de Vacinação da Gestante, dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A proposta é a aplicação de uma dose única entre as semanas 32 e 36 da gestação, para que os bebês já nasçam com resposta imunológica ao VSR. A vacina também está disponível em centros e clínicas de vacinação particulares em todo o país, para mulheres com gestação entre 24 e 36 semanas, conforme a indicação aprovada no Brasil.
A especialista destaca a importância da vacinação durante a gestação como estratégia de imunização passiva com passagem de anticorpos via transplacentária, na prevenção do VSR, especialmente nos primeiros meses de vida do bebê, período de maior prevalência das formas graves da infecção pelo vírus. Ela enfatiza que, até o momento, não há tratamento específico para a infecção, apenas cuidados de suporte. “A vacinação durante a gestação é uma ferramenta essencial para proteger os bebês contra o VSR. Bebês com menos de seis meses têm maior risco de hospitalização por infecção respiratória grave, e a vacina demonstrou ser eficaz na prevenção. As reações adversas mais comuns da vacina são locais, como dor no local da injeção, mas os benefícios superam esses efeitos”, conclui.
FEBRASGO marca presença no evento "Câncer por HPV: O Brasil pode ficar sem"
Evento promovido Pelo Instituto Lado a Lado pela Vida reúne especialistas para debates sobre prevenção e controle da doença
No dia 6 de dezembro, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) estará presente no evento "Câncer por HPV: O Brasil pode ficar sem", promovido pela campanha do Instituto Lado a Lado pela Vida. O evento terá como objetivo promover o debate e incentivar adolescentes e suas famílias a aderirem à vacinação contra o HPV, vírus responsável por diversos tipos de câncer, incluindo o câncer de colo de útero, que afeta mais de 17 mil mulheres anualmente no Brasil.
Representando a FEBRASGO, o Dr. Antonio Braga participará do encontro e abordará a importância da discussão para o combate à doença. "A FEBRASGO tem um papel fundamental na promoção da saúde da mulher no Brasil, especialmente na prevenção do câncer de colo de útero. Como ginecologistas, nossa contribuição vai além do atendimento médico: buscamos conscientizar a população sobre a importância da vacinação contra o HPV e do rastreamento regular. Cada um de nós, ao integrar a medicina preventiva no cuidado diário, contribui para um futuro onde o câncer de colo de útero seja evitado e, eventualmente, erradicado no país”, afirmou.
Participarão do evento o Dr. Hisham Mohamad Hamida (Presidente do CONASEMS), Marlene Oliveira (Fundadora e Presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida), Monica Levi (Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações) e Gustavo Guitmann (Chefe do Setor de Ginecologia do Hospital do Câncer II do INCA), outros especialistas também participarão– da discussão, trazendo suas valiosas contribuições para o tema.
FEBRASGO participa do Simpósio "Eliminação do Câncer do Colo do Útero no Brasil" e discute estratégias para erradicar a doença
II Simpósio "Eliminação do Câncer do Colo do Útero no Brasil
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) realizará neste dia 5 de dezembro, quinta-feira, no Hotel Hilton Rio de Janeiro Copacabana, o II Simpósio "Eliminação do Câncer do Colo do Útero no Brasil: Medindo o Progresso", com o objetivo de discutir estratégias para a eliminação e o combate à doença.
O evento contará com a presença da presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), Dra. Maria Celeste Wender, que destaca a importância da união de esforços para o enfrentamento do câncer do colo do útero. “Acreditamos que é nosso dever promover a prevenção, o diagnóstico precoce e garantir o acesso ao tratamento para todas as mulheres, independentemente de sua condição social. Sabemos que a educação sobre a importância da vacinação contra o HPV e dos exames de rastreamento são fundamentais para reduzir a incidência dessa doença. Devemos também trabalhar para eliminar as barreiras que dificultam o acesso a esses serviços essenciais, especialmente nas regiões mais carentes do país. O combate ao câncer do colo do útero é uma luta coletiva e estamos comprometidos em fazer a diferença na vida das mulheres brasileiras”, afirma.
O evento também apresentará o Plano Nacional de Eliminação do Câncer do Colo do Útero, que será detalhado por José Barreto Carvalheira, Coordenador-Geral da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. Eder Gatti, do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), discutirá os compromissos assumidos, as metas cumpridas e os próximos passos para o avanço das políticas públicas.
A programação também incluirá uma apresentação sobre os avanços globais no combate ao câncer do colo do útero, com Lely Stella Guzman, da OPAS. Serão abordados temas como rastreamento organizado, sistemas de informação, capacitação profissional, oferta de cuidados integrados, redução do tempo entre diagnóstico e tratamento, e a organização da linha de cuidado para confirmação diagnóstica e tratamento.