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Nota Febrasgo

A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, FEBRASGO,  através de suas Comissões Especializadas  de Mastologia e de Mamografia, esclarece, após algumas matérias que saíram na imprensa sobre o papel da mamografia no rastreamento do câncer de mama, que apesar de o exame não ser perfeito, por não conseguir ver alguns tipos de câncer de mama e acusar falsamente a presença do mesmo em pacientes sadias, ele ainda é o melhor método para detectar o câncer que ainda não é perceptível pelo auto-exame.

É comprovado que a realização do exame em mulheres que não apresentam nenhum sintoma, tem uma chance  30% menor de morrer de câncer de mama, enquanto as que não fazem e esse valor é ainda maior quando se trata de mulheres que tem mais de 50 anos, é um pouco menor quando apresentam entre 40 a 50 anos. Importante salientar que antes dos 40 anos não há benefícios em fazer mamografias e também que o rastreamento mamográfico já não traz grandes benefícios após cerca de 75 anos.

A quantidade de radiação que a mulher é exposta ao realizar a mamografia é extremamente baixa e segura. Não há comprovação de que essa exposição aumente a taxa de câncer de mama ou em algum órgão mais próximo e para situações específicas, outros exames podem ser tão importantes quanto, quando indicadas por um médico assistente como a ultrassonografia e a ressonância magnética.

O número de mulheres que são salvas por conta da mamografia ainda é baixo, já que o ideal seria que nenhuma mulher morresse por conta do câncer de mama, mas a FEBRASGO afirma que esse número, mesmo baixo, é o melhor que se pode apresentar atualmente.

As publicações apresentadas pela imprensa, que contrariam os fatos ditos a cima, foram baseadas em dados colhidos sem a conferência das informações.






Referências:

  1. Kopans D. Arguments Against Mammography Screen continue to be Based on Faulty Science. The Oncologist2014;19:107–12.
  2. Zackrisson S, et al. Rate of over-diagnosis of breast cancer 15 years after end of Malmö mammographic screening trial: follow-up study. BMJ 2006; 332 (7543): 689-92.
  3. Camargo Jr HSA. Canadian National Breast Screening Study: o debate. Rev Bras Mastologia. 2015;25(2):68-Rev Bras Mastologia. 2015;25(2):68-7171

Veja qual a importância da prevenção da Osteoporose

Saiba porque a Osteoporose merece um Dia Mundial voltado para sua prevenção.

O Dia Mundial da Osteoporose, comemorado em 20 de outubro, tem como objetivo conscientizar as pessoas da importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento da doença que atinge, principalmente, pessoas acima de 50 anos. Como um problema de saúde pública, já que há uma elevada taxa de morbidade e mortalidade decorrentes das fraturas osteoporóticas, é importante alertar e ensinar a população sobre quais as complicações que a Osteoporose traz e quais medidas preventivas podem ser tomadas.

Um dos principais motivos para se falar sobre a Osteoporose é que, como é uma doença esquelética sistêmica que diminui a resistência óssea, o paciente fica exposto a um risco aumentado de fraturas, além de sentir dor crônica, depressão e perda da independência.

Porém, mesmo sendo uma doença com tantas consequências graves, 80% das pessoas que tiveram pelo menos uma fratura osteoporótica não são diagnosticadas e nem recebem tratamento para a doença.

Seguem alguns dados que demonstram a importância na atenção à Osteoporose:
- Até 2050, a estimativa é que haverá um aumento na incidência mundial de fratura de quadril de 310% em homens e 240% em mulheres.
- Aproximadamente uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, acima de 50 anos, terão uma fratura decorrente da osteoporose.
- Ocorrem mais de 9 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose anualmente.
- A cada três segundos ocorre uma fratura osteoporótica no mundo.

Esse panorama pode ser mudado através do conhecimento e da conscientização sobre o assunto, assim como a adoção de medidas de prevenção, diagnóstico precoce e instituição de tratamentos adequados.  Pequenos atos podem fazer a diferença, como alimentação saudável e atividade física regular, principalmente durante a infância e adolescência, quando ocorre o desenvolvimento dos ossos.

Também é importante incentivar os indivíduos a reconhecer seus fatores de risco e a procurar serviços de saúde para realização de exames e instituição de tratamento, se houver necessidade.


CNE de Osteoporose

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