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Este material é indicado pela IOF (International Osteoporosis Foundation), para orientação ao pacienteA Mídia e o Impacto dos Contraceptivos sobre a Mulher Moderna
Diante da impossibilidade de controlar a veracidade e a qualidade das informações de saúde veiculadas nas mídias sociais, a Febrasgo incluiu na programação do 58° Congresso de Ginecologia e Obstetrícia uma mesa-redonda abordando “A Mídia e o Impacto dos Contraceptivos sobre a Mulher Moderna”. O Doutor Rogério Bonassi Machado, presidente da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção, avalia a importância de acompanhar as explanações dos coordenadores participantes do debate: “Nosso objetivo é fazer com que a plateia médica leve para o consultório um aprendizado prático, pois há muitas informações sobre anticoncepção que precisam ser alinhadas e desmistificadas junto à paciente. O Congresso também é muito oportuno para atualização e para acompanhar a experiência de outros médicos”.
Os temas a serem apresentados estão entre os que despertam mais dúvidas nos pacientes que utilizam ou pretendem fazer uso de contraceptivos hormonais: como interpretar e traduzir o risco de câncer de mama em usuárias desses métodos; avaliação real do número de casos de tromboembolismo venoso; efeito sobre o ganho de peso; diminuição da performance nos exercícios físicos e no ganho de massa muscular; e mitos e verdades sobre DIU e SIU, entre outros.
Aspectos Éticos e Legais no Atendimento de Adolescentes
A preocupação com a gravidez na adolescência e com a disseminação de infecções sexualmente transmissíveis nessa faixa etária é tema de um fórum que deve reunir profissionais da Medicina e do Direito, no 58º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia. O objetivo é discutir a saúde reprodutiva das adolescentes, os aspectos da consulta ginecológica, as recomendações para o atendimento de menores de 14 anos e as implicações éticas e legais para esse acolhimento. “Teremos um representante da área da justiça abordando os aspectos legais desse serviço, tendo em vista a lei. Eu apresentarei algumas reflexões sobre a situação do adolescente com relação a sua sexualidade, bem como a gravidez na adolescência. Queremos chegar a um consenso entre lei e proteção”, explica a médica Marta Francis Benevides Rehme, ginecologista e membro do Conselho Nacional Especializado em Ginecologia Infantopuberal.
Outro ponto a ser discutido no fórum é o artigo 217-A, da lei 12.015/2009, sobre Estupro de Vulnerável, que afirma que ‘ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos, em contanto consensual ou não, gera pena de reclusão, de 8 a 15 anos’. “Essa lei obriga o médico a notificar o órgão público sobre esses casos, violando, no nosso entendimento, o sigilo profissional entre paciente e médico. Como podemos orientar e fornecer a essa adolescente o que ela precisa e tem direito, sem essa reserva? Isso está gerando um desconforto muito grande para nós, bem como para pediatras que atendem essa faixa etária”, defende a especialista.
De acordo com ela, pode gerar uma evasão dos consultórios médicos, tendo em vista que a adolescente com uma relação consensual pode ter receio de expor o outro. A Febrasgo defende a necessidade de entendimento para que o médico possa cumprir seu papel, distinguindo, claro, os casos em que se evidencia exploração sexual, maus-tratos e abuso daqueles de jovens vivenciando a sexualidade. “Há também questionamentos sobre os limites de idade: a Organização Mundial da Saúde (OMS) caracteriza adolescente todo indivíduo entre 10 e 19 anos. O Estatuto da Criança e do Adolescente, de 12 a 18 anos. Agora, o Código Penal aborda a idade de 14 anos”, pontua a médica.
O tema já foi motivo de análise e debates pela Febrasgo, no Rio de Janeiro, no Nordeste e agora será abordado em Porto Alegre. Para a especialista, isso é muito enriquecedor para o debate, pois traz a realidade de diferentes regiões brasileiras. “A lei foi criada com o intuito de proteção, mas precisamos encontrar um caminho para que ela realmente funcione em vez de trazer efeito contrário para os jovens”, finaliza.
Curso Intracongresso sobre Osteoporose com Emissão de Certificado da IOF
“A programação tem endosso da maior Sociedade do mundo quando o assunto é osteoporose e que reconheceu o nosso valor no tocante ao cuidado com o paciente, premiando nossa instituição no último congresso mundial”, conta Adriana Orcesi Pedro, presidente da nossa Comissão Especializada em Osteoporose.
No curso também serão apresentados estimativas nacionais e infográficos sobre a doença que atinge 200 milhões de mulheres no mundo provocando uma fratura a cada 3 segundos. “Vamos abordar como acompanhar o paciente pós-diagnóstico, a individualização do tratamento, a associação de medicamentos bem como apresentar a proposta do Check Risk, um questionário a ser preenchido pelo paciente cujos resultados podem lhe indicar a possibilidade (ou não) de desenvolver a doença”, afirma a especialista.![]()
Do WHI ao Colaborative Group on Hormonal Factors in Breast
Câncer – Novos resultados, outros horizontes?
É notório que o câncer de mama não tem como desencadeador um único agente. Vários fatores estão relacionados ao surgimento da doença, como idade, genética/hereditariedade, obesidade, sedentarismo, entre outros. Porém, um elemento extremamente discutido entre a classe médica é a questão da Terapia de Reposição Hormonal (TRH). Por isso, o tema não poderia deixar de enriquecer o 58° Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e será abordado no dia 14 de novembro.
O Meeting ‘Do WHI ao Colaborative Group on Hormonal Factors in Breast