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O USO DE OBJETOS ERÓTICOS

Muitas manifestações ocorreram nas redes sociais após a publicação do artigo “Minimally invasive search for a missing vibrator. Obstet Gynecol Sci 2020;63(5):679-681”. Este artigo apresenta um caso clinico de uma mulher de 29 anos de idade, que procurou o serviço de emergência, por volta de 1hora da manhã, referindo que o vibrador que seu parceiro estava utilizando para promover estimulo erótico no seu clitóris, se perdeu durante a relação sexual. Ela achou que o vibrador, que media 10 cm de comprimento por 1,2 cm de diâmetro estava dentro da vagina, porque conseguia sentir as vibrações durante a relação sexual pênis-vagina. Ao terminar a relação sexual, ela não o encontrou, mas seguia sentido as vibrações na pelve. O exame de imagem registrou a presença do vibrador na pelve e o exame laparoscópico evidenciou-o dentro da bexiga. Foi utilizada a cistoscopia para removê-lo.

Esse caso clinico é um alerta para o uso seguro de objetos eróticos ou acessórios sexuais (pornografia, lubrificantes, vibradores, dispositivos a vácuo, anéis de suporte à ereção, faixas de constrição entre outros), que têm o papel de potencializar o prazer sexual durante as práticas sexuais (1). Pode-se depreender desse caso clinico que esse vibrador, por suas características pode não ser seguro, e que a pessoa que o manipulou desconhece a anatomia da genitália feminina, já que introduziu o objeto na uretra, e não na vagina da mulher. A paciente em questão referiu ter sentido um leve desconforto, mas, não o atribuiu a introdução do vibrador na sua uretra. Já é conhecido na literatura relato de casos de dilatação da uretra pela penetração repetida do pênis, em mulheres com agenesia vaginal permitindo a relação sexual sem dor (2). Essas mulheres seguem tendo penetração sem saber que estão tendo relação pênis-uretra.

A disponibilização de objetos eróticos necessita passar pelos órgãos que avaliam todos os aspectos da segurança do uso como dimensões, formato, material usado na confecção do objeto, instruções de uso, entre outros, para que não coloque em risco a saúde geral e a vida das pessoas. Alguns autores sugerem que o design dos brinquedos eróticos que visam o prazer feminino sejam revistos, pois a menção fálica apresentada pela maioria dos vibradores não atinge o propósito da estimulação do clitóris, reconhecidamente, o órgão do prazer maior da mulher, e incrementa risco no uso (3), como o verificado no caso clinico relatado.

O treinamento dos médicos ginecologistas em saúde sexual é essencial, para que possam oferecer às mulheres informações sobre práticas sexuais seguras quanto ao uso desses objetos, sobre função sexual adequada e para oferecer assistência para aquelas que apresentam queixas sexuais. No Brasil, a Sexologia é área do conhecimento para atuação do médico Ginecologista e Obstetra ou Psiquiatra. Para que esses profissionais obtenham o título de Sexólogos, eles necessitam realizar a residência (R4) em Sexologia ou obter o título de área de atuação em Sexologia promovido pela FEBRASGO. A formação do Sexólogo envolve o cumprimento de uma ampla Matriz de Competências reconhecida por todos os órgãos que regulamentam a formação médica no Brasil.

A promoção da saúde sexual de mulheres é crucial em especial para aquelas que apresentam disfunções sexuais e se tornam mais vulneráveis às propagandas midiáticas de uma métrica sexual utópica, supostamente obtida pela ativação de “pontos do prazer” inventados na parede vaginal. Esses funcionariam como “botões” que, quando acionados, levariam a mulher ao prazer sexual extremo. O mais popular deles é o anedótico ponto G, que caiu no descrédito científico, porque os pesquisadores que o defendiam não conseguiram demonstrar nenhuma área na parede vaginal com anatomia e função especificas para levar ao orgasmo. Outro ponto anedótico é o suposto ponto K, sem nenhum relato cientifico a respeito, mas que tem sido explorado na mídia. É lamentável que as mulheres recorram às teorias infundadas sobre o prazer sexual, que só servem para aumentar a angustia e colocar expectativas irreais nas mulheres e suas parcerias, especialmente para aquelas com dificuldades sexuais.

Já está bem estabelecido na literatura que o órgão responsável pelo orgasmo na mulher é o clitóris. Mas, existem várias áreas erógenas (mamas, mamilos, boca, região cervical, vulva, pequenos lábios, clitóris, entre outros) que, quando adequadamente estimuladas pelo toque (boca, língua, objetos eróticos), promovem grande prazer. É recomendável orientar homens e mulheres sobre preliminares efetivas, tempo adequado que deve ser dispensado para uma relação sexual prazerosa (sem pressa), uso de objetos eróticos seguros para potencializar os jogos sexuais, incentivo às fantasias sexuais, e todos as informações seguras e baseadas em evidencias científicas, que possam melhorar o repertório sexual de homens e mulheres. 

 

Referencia

 

  1. Miranda EP, Taniguchi H, Cao DL, Hald GM, Jannini EA, Mulhall JP. Application of Sex Aids in Men With Sexual Dysfunction: A Review. J Sex Med. junho de 2019;16(6):767–80.
  2. Underwood PG, Bauer J, Huguelet P, Alaniz VI. Delayed Diagnosis of Microperforate Hymen Leading to Urethral Dilation Secondary to Coital Activity. Obstet Gynecol. março de 2019;133(3):503–5.
  3. Carpenter V, Homewood S, Overgaard M, Wuschitz S. From Sex Toys to Pleasure Objects. In: Proceedings of EVA Copenhagen 2018: Politics of the Machines - Art and After [Internet]. British Computer Society; 2018 [citado 7 de janeiro de 2021]. Disponível em: https://vbn.aau.dk/en/publications/from-sex-toys-to-pleasure-objects

 

 

Comissão Nacional Especializada em Sexologia

 

Recomendação Febrasgo na Vacinação de gestantes e lactantes contra COVID-19

Com a aprovação de vacinas contra COVID-19 pela Agencia Nacional de Saúde (ANVISA) a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) emite essa recomendação em relação à vacinação de gestantes e lactantes, com as vacinas aprovadas para uso emergencial no Brasil.

O objetivo da vacinação nesse momento é a redução da morbimortalidade causada pelo novo coronavírus, bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais. [Informe Técnico MS]

A ANVISA liberou para uso emergencial as seguintes vacinas:

1) Laboratório Sinovac (Coronavac) para uso em adultos maiores de 18 anos em regime de duas doses com intervalo de 2 a 4 semanas

2) Laboratório Serum (COVISHIELD) para uso em adultos maiores de 18 anos em regime de duas doses.

Como essa vacina não se encontra disponível, a Febrasgo estará atualizando essas recomendações com essa formulação, assim que for incorporada ao programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde do Brasil.

O Ministério da Saúde iniciará a campanha nacional de vacinação contra a covid-19 com um total de 6 milhões de doses da vacina Sinovac (Butantan) que tem indicação de duas doses para completar o esquema vacinal (intervalo de 2 a 4 semanas entre elas) e o percentual de perda operacional de 5%, estima-se vacinar nesta primeira etapa cerca de 2,8 milhões de pessoas, priorizando os grupos que seguem: trabalhadores da saúde, pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas); pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência, residentes em Residências Inclusivas (institucionalizadas); população indígena vivendo em terras indígenas. [Informe Técnico MS]

Todos os trabalhadores da saúde serão contemplados com a vacinação, entretanto a ampliação da cobertura desse público será gradativa, conforme disponibilidade de vacinas. Ressalta-se ainda que as especificidades e particularidades regionais serão discutidas na esfera bipartite (Estado e Município). [Informe Técnico MS]

Com a autorização da ANVISA e revisão de literatura, a Febrasgo recomenda:

  • A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas em gestantes e lactantes, no entanto estudos em animais não demonstraram risco de malformações.
  • Para as gestantes e lactantes pertencentes ao grupo de risco, a vacinação poderá ser realizada após avaliação dos riscos e benefícios em decisão compartilhada entre a mulher e seu médico prescritor.
  • As gestantes e lactantes devem ser informadas sobre os dados de eficácia e segurança das vacinas conhecidos assim como os dados ainda não disponíveis. A decisão entre o médico e a paciente deve considerar: o nível de potencial contaminação do vírus na comunidade; a potencial eficácia da vacina; o risco e a potencial gravidade da doença materna, incluindo os efeitos no feto e no recém nascido e a segurança da vacina para o binômio materno-fetal.
  • O teste de gravidez não deve ser um pré requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em condições de risco.
  • As gestantes e lactantes do grupo de risco que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manterem medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.
  • Os eventos adversos esperados devem ser monitorados
  • As vacinas não são de vírus vivos e têm tecnologia conhecida e usada em outras vacinas que já fazem parte do calendário das gestantes como as vacinas do tétano, coqueluche e influenza.
  • Para as mulheres que foram vacinadas inadvertidamente e estavam gestantes no momento da administração da vacina, o profissional deverá tranquilizar a gestante sobre a baixa probabilidade de risco e encaminhar para o acompanhamento pré-natal. A vacinação inadvertida deverá ser notificada no sistema de notificação e-SUS notifica como um “erro de imunização” para fins de controle. [Informe Técnico]

Risco da infecção do SARS-Cov2 na gestação

Alguns trabalhos sugerem que gestantes com COVID-19 sintomáticas, estão sob risco de doença mais grave comparadas com as mulheres não grávidas. [Ellington MMWR 2020Collin 2020Delahoy MMWR 2020Panagiotakopoulos MMWR 2020Zambrano MMWR 2020]. Embora o risco para doença grave seja baixo em gestantes, alguns dados indicam que uma vez com a COVID-19, existe um risco maior para complicações como uso de ventilação mecânica, suporte ventilatório e morte comparados com mulheres não grávidas com doença sintomática. ,[ Zambrano MMWR 2020]

Assim como na população geral, as gestantes com comorbidades como obesidade e diabetes, apresentam um risco aumentado para complicações da doença. [Ellington MMWR 2020,  Panagiotakopoulos MMWR 2020,Knight 2020,  Zambrano MMWR 2020]

Também as gestantes da raça negra e as brancas hispânicas apresentaram uma taxa aumentada de infecções e mortes por COVID-19. Essas diferenças refletem os fatores socioeconômicos que incluem o acesso aos cuidados de saúde.[Ellington MMWR 2020Zambrano MMWR 2020]

Conclusão:

Até o momento da publicação dessa recomendação, duas vacinas foram aprovadas pela ANVISA para uso emergencial., entretanto somente temos a disponibilidade de uma que se encontra no país. Com a iminente promessa de chegada de outro produto e futuras submissões de outras formulações, a Febrasgo estará atualizando essas recomendações de maneira contínua, o mais rapidamente possível, para assegurar um guia seguro para uso dos seus associados.

Autores: Comissão Nacional Especializada em Vacinas da Febrasgo

 

 

Referencias

  1. Ministério da Saúde Campanha Nacional de Vacinação contra Covid 19 Informe Técnico do MS 18 de janeiro de 2021
  2. Advisory Committee on Immunization Practices. ACIP recommendations. Available at: https://www.cdc.gov/vaccines/acip/recommendations.html. Retrieved December 11, 2020.
  3. Centers for Disease Control and Prevention. COVID-19 (coronavirus disease): people with certain medical conditions. Available at: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-conditions.html. Retrieved December 11, 2020.
  4. Ellington S, Strid P, Tong VT, Woodworth K, Galang RR, Zambrano LD, et al. Characteristics of women of reproductive age with laboratory-confirmed SARS-CoV-2 infection by pregnancy status - United States, January 22-June 7, 2020. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2020;69:769-75. Available at: https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6925a1.htm. Retrieved December 11, 2020.
  5. Ethical issues in pandemic influenza planning concerning pregnant women. Committee Opinion No. 563. American College of Obstetricians and Gynecologists. Obstet Gynecol 2013;121:1138-43. Available at: https://journals.lww.com/greenjournal/Fulltext/2013/05000/Committee_Opinion__No__563__Ethical_Issues_in.47.aspx. Retrieved December 11, 2020.
  6. Knight M, Bunch K, Vousden N, Morris E, Simpson N, Gale C, et al. Characteristics and outcomes of pregnant women admitted to hospital with confirmed SARS-CoV-2 infection in UK: national population based cohort study. UK Obstetric Surveillance System SARS-CoV-2 Infection in Pregnancy Collaborative Group. BMJ 2020;369:m2107. Available at: https://www.bmj.com/content/369/bmj.m2107. Retrieved December 11, 2020.
  7. Panagiotakopoulos L, Myers TR, Gee J, Lipkind HS, Kharbanda EO, Ryan DS, et al. SARS-CoV-2 infection among hospitalized pregnant women: reasons for admission and pregnancy characteristics - eight U.S. health care centers, March 1-May 30, 2020. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2020;69:1355-9. Available at: https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6938e2.htm. Retrieved December 11, 2020.

Recomendação Febrasgo na Vacinação de gestantes e lactantes contra COVID-19

Com a aprovação de vacinas contra COVID-19 pela Agencia Nacional de Saúde (ANVISA) a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) emite essa recomendação em relação à vacinação de gestantes e lactantes, com as vacinas aprovadas para uso emergencial no Brasil.

O objetivo da vacinação nesse momento é a redução da morbimortalidade causada pelo novo coronavírus, bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais. [Informe Técnico MS]

A ANVISA liberou para uso emergencial as seguintes vacinas:

1) Laboratório Sinovac (Coronavac) para uso em adultos maiores de 18 anos em regime de duas doses com intervalo de 2 a 4 semanas

2) Laboratório Serum (COVISHIELD) para uso em adultos maiores de 18 anos em regime de duas doses.

Como essa vacina não se encontra disponível, a Febrasgo estará atualizando essas recomendações com essa formulação, assim que for incorporada ao programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde do Brasil.

O Ministério da Saúde iniciará a campanha nacional de vacinação contra a covid-19 com um total de 6 milhões de doses da vacina Sinovac (Butantan) que tem indicação de duas doses para completar o esquema vacinal (intervalo de 2 a 4 semanas entre elas) e o percentual de perda operacional de 5%, estima-se vacinar nesta primeira etapa cerca de 2,8 milhões de pessoas, priorizando os grupos que seguem: trabalhadores da saúde, pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas); pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência, residentes em Residências Inclusivas (institucionalizadas); população indígena vivendo em terras indígenas. [Informe Técnico MS]

Todos os trabalhadores da saúde serão contemplados com a vacinação, entretanto a ampliação da cobertura desse público será gradativa, conforme disponibilidade de vacinas. Ressalta-se ainda que as especificidades e particularidades regionais serão discutidas na esfera bipartite (Estado e Município). [Informe Técnico MS]

Com a autorização da ANVISA e revisão de literatura, a Febrasgo recomenda:

  • A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas em gestantes e lactantes, no entanto estudos em animais não demonstraram risco de malformações.
  • Para as gestantes e lactantes pertencentes ao grupo de risco, a vacinação poderá ser realizada após avaliação dos riscos e benefícios em decisão compartilhada entre a mulher e seu médico prescritor.
  • As gestantes e lactantes devem ser informadas sobre os dados de eficácia e segurança das vacinas conhecidos assim como os dados ainda não disponíveis. A decisão entre o médico e a paciente deve considerar: o nível de potencial contaminação do vírus na comunidade; a potencial eficácia da vacina; o risco e a potencial gravidade da doença materna, incluindo os efeitos no feto e no recém nascido e a segurança da vacina para o binômio materno-fetal.
  • O teste de gravidez não deve ser um pré requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em condições de risco.
  • As gestantes e lactantes do grupo de risco que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manterem medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.
  • Os eventos adversos esperados devem ser monitorados
  • As vacinas não são de vírus vivos e têm tecnologia conhecida e usada em outras vacinas que já fazem parte do calendário das gestantes como as vacinas do tétano, coqueluche e influenza.
  • Para as mulheres que foram vacinadas inadvertidamente e estavam gestantes no momento da administração da vacina, o profissional deverá tranquilizar a gestante sobre a baixa probabilidade de risco e encaminhar para o acompanhamento pré-natal. A vacinação inadvertida deverá ser notificada no sistema de notificação e-SUS notifica como um “erro de imunização” para fins de controle. [Informe Técnico]

Risco da infecção do SARS-Cov2 na gestação

Alguns trabalhos sugerem que gestantes com COVID-19 sintomáticas, estão sob risco de doença mais grave comparadas com as mulheres não grávidas. [Ellington MMWR 2020Collin 2020Delahoy MMWR 2020Panagiotakopoulos MMWR 2020Zambrano MMWR 2020]. Embora o risco para doença grave seja baixo em gestantes, alguns dados indicam que uma vez com a COVID-19, existe um risco maior para complicações como uso de ventilação mecânica, suporte ventilatório e morte comparados com mulheres não grávidas com doença sintomática. ,[ Zambrano MMWR 2020]

Assim como na população geral, as gestantes com comorbidades como obesidade e diabetes, apresentam um risco aumentado para complicações da doença. [Ellington MMWR 2020,  Panagiotakopoulos MMWR 2020,Knight 2020,  Zambrano MMWR 2020]

Também as gestantes da raça negra e as brancas hispânicas apresentaram uma taxa aumentada de infecções e mortes por COVID-19. Essas diferenças refletem os fatores socioeconômicos que incluem o acesso aos cuidados de saúde.[Ellington MMWR 2020Zambrano MMWR 2020]

Conclusão:

Até o momento da publicação dessa recomendação, duas vacinas foram aprovadas pela ANVISA para uso emergencial., entretanto somente temos a disponibilidade de uma que se encontra no país. Com a iminente promessa de chegada de outro produto e futuras submissões de outras formulações, a Febrasgo estará atualizando essas recomendações de maneira contínua, o mais rapidamente possível, para assegurar um guia seguro para uso dos seus associados.

Autores: Comissão Nacional Especializada em Vacinas da Febrasgo

 

 

Referencias

  1. Ministério da Saúde Campanha Nacional de Vacinação contra Covid 19 Informe Técnico do MS 18 de janeiro de 2021
  2. Advisory Committee on Immunization Practices. ACIP recommendations. Available at: https://www.cdc.gov/vaccines/acip/recommendations.html. Retrieved December 11, 2020.
  3. Centers for Disease Control and Prevention. COVID-19 (coronavirus disease): people with certain medical conditions. Available at: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-conditions.html. Retrieved December 11, 2020.
  4. Ellington S, Strid P, Tong VT, Woodworth K, Galang RR, Zambrano LD, et al. Characteristics of women of reproductive age with laboratory-confirmed SARS-CoV-2 infection by pregnancy status - United States, January 22-June 7, 2020. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2020;69:769-75. Available at: https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6925a1.htm. Retrieved December 11, 2020.
  5. Ethical issues in pandemic influenza planning concerning pregnant women. Committee Opinion No. 563. American College of Obstetricians and Gynecologists. Obstet Gynecol 2013;121:1138-43. Available at: https://journals.lww.com/greenjournal/Fulltext/2013/05000/Committee_Opinion__No__563__Ethical_Issues_in.47.aspx. Retrieved December 11, 2020.
  6. Knight M, Bunch K, Vousden N, Morris E, Simpson N, Gale C, et al. Characteristics and outcomes of pregnant women admitted to hospital with confirmed SARS-CoV-2 infection in UK: national population based cohort study. UK Obstetric Surveillance System SARS-CoV-2 Infection in Pregnancy Collaborative Group. BMJ 2020;369:m2107. Available at: https://www.bmj.com/content/369/bmj.m2107. Retrieved December 11, 2020.
  7. Panagiotakopoulos L, Myers TR, Gee J, Lipkind HS, Kharbanda EO, Ryan DS, et al. SARS-CoV-2 infection among hospitalized pregnant women: reasons for admission and pregnancy characteristics - eight U.S. health care centers, March 1-May 30, 2020. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2020;69:1355-9. Available at: https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6938e2.htm. Retrieved December 11, 2020.

Covid: Febrasgo manifesta sua solidariedade aos profissionais e população de Manaus

São Paulo, janeiro de 2021.

Atenta ao desafio humanitário e de saúde deflagrado pela pandemia por Covid-19, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) manifesta sua solidariedade a todos os profissionais de saúde e população, em especial da cidade de Manaus. Nas últimas semanas, a capital amazonense tem enfrentando vertiginoso recrudescimento no número de pessoas infectadas e em necessidade de atenção médica, num dos cenários mais contundentes e dramáticos do país.

 

Por meio destas palavras, a Febrasgo presta seu reconhecimento aos profissionais que tão arduamente têm se dedicado a salvar vidas e mitigar sequelas. E deixa  seu pesar pela situação e pelas irreparáveis perdas que os assolam profundamente dia após dia.

 

Diretoria Febrasgo e Diretoria Assago

Anuidades 2021

Confira os valores da anuidade de 2020 e contatos da sua Federada no link correspondente ao seu Estado (abaixo).


ASOGIAC - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Acre

ASOGIAC - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Acre


Contato:

(68) 3224-0808
asogiac@gmail.com

SOALGO - Associação Alagoana de Ginecologia e Obstetrícia

SOALGO - Associação Alagoana de Ginecologia e Obstetrícia
E-mail: elivaldobonfim@yahoo.com.br

 
AGOAP - Associação de Ginecologia e Obstetrícia Do Amapá

AGOAP - Associação de Ginecologia e Obstetrícia Do Amapá

Contato: ledagfarias@uol.com.br
96 98114-8132  

ASSAGO - Associação Amazonense de Ginecologia e Obstetrícia

ASSAGO - Associação Amazonense de Ginecologia e Obstetrícia


Contato:

(92) 3307-7703
assago2017@gmail.com

SOGIBA - Associação de Ginecologia e Obstetrícia da Bahia

SOGIBA - Associação de Ginecologia e Obstetrícia da Bahia


Contato:

(71) 3351-5907 / 3353-6518 / WhatsApp: (71) 98622 3664 
sogiba@sogiba.com.br / sogiba2@hotmail.com

SOCEGO - Associação Cearense de Ginecologia e Obstetrícia

SOCEGO - Associação Cearense de Ginecologia e Obstetrícia


Contato:

(85) 3244-2423 | 99987-5840 / 99961-4350
socego@socego.com.br

SOGOES - Associação de Ginecologistas e Obstetras do Espírito Santo

SOGOES - Associação de Ginecologistas e Obstetras do Espírito Santo

Contato:
Fixos: 27 3325-1765 / 3227-4468 Celular: 27 98806-4468 (WhatsApp)
sogoes@sogoes.com.br; eventos@sogoes.com.br; sogoes.mail@gmail.com

 
SGGO - Associação Goiana de Ginecologia e Obstetrícia

SGGO - Associação Goiana de Ginecologia e Obstetrícia


Contato:

(62) 3285-4607 | 99902-9038
ginecologia@sggo.com.br

SOGIMA - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Maranhão

SOGIMA - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Maranhão


Contato:

(98) 3221-2931 / (98) 3227-0856 Ramal 216 
sogima2009@yahoo.com.br

SOMAGO - Associação Mato-Grossense de Ginecologia e Obstetrícia

SOMAGO - Associação Mato-Grossense de Ginecologia e Obstetrícia


Contato:

(65) 3322-6146
somago@terra.com.br

SOGOMAT-SUL - Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Mato Grosso do Sul

SOGOMAT-SUL - Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Mato Grosso do Sul

Contato:
(67) 3321-8209 e 98404-7127
sulsogomat@gmail.com

SOGIMIG - Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais

SOGIMIG - Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais


Contato:

(31) 3222-6599 / 3274-2452 
sogimig@sogimig.org.br

APGO - Associação Paraense de Ginecologia e Obstetrícia

APGO - Associação Paraense de Ginecologia e Obstetrícia


Contato:

(91) 3249-3888 
secretaria_apgo@yahoo.com.br

SOGOPA - Associação de Ginecologia e Obstetrícia da Paraíba

SOGOPA - Associação de Ginecologia e Obstetrícia da Paraíba

Contato:
(83) 99961-4091
sogopapb@yahoo.com.br

SOGIPA - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná

SOGIPA - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná

Contato:
(41) 3232-2535
sogipa2002@terra.com.br

SOGOPE - Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Pernambuco

SOGOPE - Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Pernambuco


Contato:

(81) 3097-2011 | 98206-7003
secretaria@sogope.com.br

SOPIGO - Associação Piauiense de Ginecologia e Obstetrícia

SOPIGO - Associação Piauiense de Ginecologia e Obstetrícia

Contato:
(86) 3223-6252
sopigo.pi@hotmail.com

SGORJ - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro

SGORJ - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro


Contato:

21-2285-0892 / 21-2265-1525 / Whatsapp: 21-98691-2833
sgorj@sgorj.org.br

 
SOGORN - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte

SOGORN - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte


Contato:

(84) 3222-7415 / 3221-5523 / 3222-7415
sogorn@sogorn.com.br

SOGIRGS - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Sul

SOGIRGS - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Sul

Contato:
(51) 3339-3609 e (51) 3339-6494 / Whatsapp: (51) 99857-4410
sogirgs@sogirgs.org.br

ASSOGIRO - Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Rondônia

ASSOGIRO - Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Rondônia

ASGORR - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de Roraima

ASGORR - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de Roraima


Contato:

(95) 3623-0431
Email: asgorr2016@gmail.com 

SOGISC - Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Santa Catarina

SOGISC - Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Santa Catarina


Contato:

(48) 3231-0318 / (48) 99157-9438
secretaria@sogisc.org.br

SOGESP - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo

SOGESP - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo


Contato:

Telefone fixo: (11) 3884-7100 / Whatsapp: (11) 97681-0698 / (11) 95667-8753
contato@sogesp.org.br

SOGISE - Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Sergipe

SOGISE - Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Sergipe


Contato:

(79) 3211-0976 | 99901-7038
sogise@sogise.com.br

SOGITO - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Tocantins

SOGITO - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Tocantins

Contato:
(63) 3225-5396 / 99241-2228
sogito@sogito.org.br

SGOB - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal

SGOB - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal


Contato:

(61) 3245-4530 / (61) 99622-2865
sgob@sgob.org.br

Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato no e-mail: assistente.pres@febrasgo.org.br e iremos lhe auxiliar no que for necessário.

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