Telemedicina uma visão prática em tempos de Covid-19 (Dr. César e Dr. Munir Akar Ayub)
Dr. César Eduardo Fernandes e Dr. Munir Akar AyubTelemedicina uma visão prática em tempos de Covid-19 (Dr. César e Dr. Munir Akar Ayub)
Dr. César Eduardo Fernandes e Dr. Munir Akar AyubALERTA FEBRASGO: É PRECISO CUIDAR DE QUEM CUIDA DA GENTE!!!
Mais de 9.000 profissionais de saúde dos EUA contraíram o novo coronavírus. Um grupo de pesquisadores da UFRJ mapeou o risco de contaminação de trabalhadores brasileiros durante a pandemia e, segundo esse estudo, ginecologistas e obstetras, assim como técnicos em saúde bucal e atendentes em enfermagem, foram considerados os mais vulneráveis. Nós, ginecologistas e obstetras, temos um compromisso histórico com a defesa da saúde e da vida das mulheres. As urgências e emergências, os casos oncológicos, o acompanhamento pré-natal e a assistência obstétrica demandam o nosso atendimento mesmo em tempos de pandemia.
Temos que estar vigilantes e proativos na proteção de todos os profissionais de saúde durante a pandemia. Estamos na linha de frente na resposta à crise do COVID-19. Assumindo longas jornadas de trabalho, com limitações de equipamentos de proteção e de testes diagnósticos, tratando pacientes sob condições muitas vezes precárias: esse é o nosso cenário. Enfatizamos a necessidade de EPIs adequadas e disponíveis como medida fundamental de proteção durante uma ameaça emergencial à saúde como a COVID-19.
Nos colocamos à disposição do esforço nacional de enfrentamento da epidemia, propondo e realizando ações com o potencial de reduzir a progressão da contaminação, proteger pessoas e reduzir mortes. Expressamos a nossa preocupação com os nossos colegas nas linhas de frente. Os EPIs e as condições adequadas de trabalho são as nossas melhores defesas nesse momento, fundamentais para uma assistência de qualidade e com segurança. Isso ajudará não apenas a nos proteger, mas também nossas pacientes e familiares. A união é a nossa força nesse momento!
ALERTA FEBRASGO: É PRECISO CUIDAR DE QUEM CUIDA DA GENTE!!!
Mais de 9.000 profissionais de saúde dos EUA contraíram o novo coronavírus. Um grupo de pesquisadores da UFRJ mapeou o risco de contaminação de trabalhadores brasileiros durante a pandemia e, segundo esse estudo, ginecologistas e obstetras, assim como técnicos em saúde bucal e atendentes em enfermagem, foram considerados os mais vulneráveis. Nós, ginecologistas e obstetras, temos um compromisso histórico com a defesa da saúde e da vida das mulheres. As urgências e emergências, os casos oncológicos, o acompanhamento pré-natal e a assistência obstétrica demandam o nosso atendimento mesmo em tempos de pandemia.
E, justamente neste cenário de dificuldades, a Febrasgo, reconhece e valoriza a força e atitude dos colegas que abrem mão de seu bem‐estar, bem como os de suas famílias, para dar assistência continua as gestantes e pacientes em geral, enfrentando arduamente a crise da COVID-19. No entanto, expressamos a nossa preocupação, já que colegas em todo o país continuam a se arriscar ao contágio, alguns em quarentena e outros ficando, de fato, doentes. Com os hospitais funcionando com a capacidade acima do habitual e à medida que a crise se expande, o mesmo ocorre com os riscos para os profissionais de saúde. As limitações do nosso sistema de saúde e a escassez de equipamentos de proteção individual (EPIs) tornam esse risco ainda maior.
Temos que estar vigilantes e proativos na proteção de todos os profissionais de saúde durante a pandemia. Estamos na linha de frente na resposta à crise do COVID-19. Assumindo longas jornadas de trabalho, com limitações de equipamentos de proteção e de testes diagnósticos, tratando pacientes sob condições muitas vezes precárias: esse é o nosso cenário. Enfatizamos a necessidade de EPIs adequadas e disponíveis como medida fundamental de proteção durante uma ameaça emergencial à saúde como a COVID-19.
Nos colocamos à disposição do esforço nacional de enfrentamento da epidemia, propondo e realizando ações com o potencial de reduzir a progressão da contaminação, proteger pessoas e reduzir mortes. Expressamos a nossa preocupação com os nossos colegas nas linhas de frente. Os EPIs e as condições adequadas de trabalho são as nossas melhores defesas nesse momento, fundamentais para uma assistência de qualidade e com segurança. Isso ajudará não apenas a nos proteger, mas também nossas pacientes e familiares. A união é a nossa força nesse momento!
MANEJO CIRÚRGICO DE PATOLOGIA MAMÁRIA DURANTE A PANDEMIA DO COVID19
Data da última atualização 12/04/2020 - 18h52
A pandemia causada pelo Novo Coronavirus criou um desafio único no Sistema de Saúde Mundial, devido à necessidade aumentada de recursos e insumos hospitalares.
A Associação Médica Brasileira recomendou a suspensão de cirurgias eletivas no território nacional durante o enfrentamento da pandemia, com intuito de disponibilizar o maior número de leitos e insumos hospitalares para as pessoas contaminadas e para os profissionais da saúde. A simples suspensão de cirurgias eletivas em pacientes oncológicos pode acarretar uma piora no desfecho clínico da doença, portanto, nestes casos, as condutas devem ser individualizadas.
O manejo multidisciplinar das pacientes oncológicas nunca foi tão importante quanto no presente momento. A discussão com radiologista, oncologista clínico e radio-oncologista é essencial antes da decisão terapêutica.
Várias Sociedades e Instituições Internacionais e Nacionais lançaram recomendações de condutas para pacientes portadoras de neoplasia maligna, entre elas o câncer de mama.
TABELA : Sugestão de Manejo Cirúrgico de Patologia Mamária durante a Pandemia do Coronavirus
HT: hormonioterapia; RH: receptores hormonais; NEO: neoadjuvante; QT: quimioterapia
Como a evolução da pandemia é dinâmica, com novas informações epidemiológicas, preventivas e de conduta quase diárias, estas sugestões acima também podem ser modificadas.
