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A ginecologia e a luta feminina por direitos

Segunda, 28 Março 2022 15:37

A ginecologia e a luta feminina por direitos

Febrasgo celebra a garra e resistência da mulher, no mês símbolo de suas lutas

 

São Paulo, março de 2022. Há 90 anos, as mulheres brasileiras conquistaram um dos mais importantes direitos, o voto – algo presente no universo masculino desde a Grécia antiga, nos idos de 500 aC. Nesse 2022, um debate igualmente secular permeia nossas casas legislativas, a autonomia feminina para decidirem sobre os procedimentos contraceptivos que desejam ou não utilizar, independente de consentimento do esposo. A crescente velocidade com o que se habitou a comentar as mudanças cotidianas parecem não avançar na mesma medida da equiparação de direitos das mulheres.

 

A representatividade e, sobretudo, a presença feminina em todos os campos da sociedade é de fundamental importância para sua própria evolução. E todos os atores da contemporaneidade são corresponsáveis para que esse intento ocorra. No Febrasgo, a valorização do saber, das competências de gestão e administração tem garantido que a elevada presença feminina observada formações de ginecologia e obstetrícia, estudos acadêmicos e lideranças também se reflita nas composições de CNE, protagonismo em programas de congressos e ementas de cursos, representação da especialidade nas esferas políticas, dentre tantas outras frentes.

 

No âmbito cotidiano de nossa especialidade médica, a atenção e assistência dedicada às pacientes não resulta apenas na manutenção de sua saúde. Mas em possibilitar que continuem sendo presença e força até que as condições de vida estejam equilibradas e possam se ocupar apenas de suas existências.

 

Nesse Mês da Mulher, a Febrasgo celebra a garra e resistência da mulher em sua incessante luta para ser ela mesma.


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