Inseminação artificial e fertilização in vitro

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Inseminação artificial e fertilização in vitro

11 ago. de 2017

Às vezes, a gravidez não acontece pelo método tradicional, por meio da relação sexual, e os casais procuram ajuda de especialistas para realizar o sonho da maternidade. É importante que o casal passe por uma avaliação para obter um diagnóstico preciso do fator de infertilidade, permitindo, assim, definir qual o método mais indicado.

E é natural chegar ao consultório médico com muitas dúvidas. O ginecologista vai esclarecê-las. Quando confirmado pelo médico que será indicada alguma técnica de reprodução assistida, é muito importante entender as diferenças entre os métodos. ­­
Nos homens, estão relacionados à infertilidade a baixa contagem e qualidade dos espermatozóides, varicocele (varizes nos testículos) e problemas de ejaculação. Já nas mulheres, a dificuldade de engravidar pode ter diversas causas, como disfunção ovulatória, alteração das tubas uterinas e endometriose.

Qual a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro? A inseminação artificial “encurta” o caminho percorrido pelos espermatozoides. É um procedimento mais simples, que consiste em concentrar e introduzir os espermatozoides diretamente no interior do útero.  

Assim, os espermatozoides podem fecundar os óvulos, passando pelas trompas.

Já a fertilização in vitro (FIV), conhecida como bebê de proveta, é a união do espermatozoide com o óvulo no laboratório, que irá formar o embrião que será transferido para a cavidade uterina posteriormente.

Há etapas. Primeiro, o médico irá prescrever para a mulher medicamentos para estimular a produção de mais de um óvulo por ciclo. Esses óvulos são aspirados por uma agulha e colocados em uma substância cheia de nutrientes, a fim de mantê-los vivos. 

A paciente fica sedada para a realização desse procedimento. No mesmo dia, o homem colhe o sêmen por meio da masturbação.

Para que haja a fecundação, os espermatozoides são colocados no mesmo recipiente. Após sua fertilização, o óvulo é mantido em uma estufa, onde começa a ocorrer a divisão celular. Passados alguns dias, depois de se formarem pelo menos oito células, o embrião é colocado no útero da mulher.

Para essa etapa, a transferência de embriões, a mulher não precisa de anestesia. O médico vai recomendar, após duas semanas, a realização de um teste de gravidez (beta-hCG) para saber o resultado do tratamento.

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