FEBRASGO leva cursos do CTS sobre câncer do colo do útero a diferentes regiões do país

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FEBRASGO leva cursos do CTS sobre câncer do colo do útero a diferentes regiões do país

24 jun. de 2026

Cinco capitais do Brasil recebem os cursos do Centro de Treinamento e Simulação (CTS) FEBRASGO. O tema é câncer do colo do útero, e os eventos são, em princípio, destinados a profissionais previamente convidados.

Os cursos do CTS têm como objetivo a educação médica continuada e a qualificação da assistência ginecológica. O tema câncer do colo do útero foi escolhido para ampliar a atualização médica sobre prevenção, rastreamento, vacinação, diagnóstico e tratamento de lesões precursoras, fortalecendo a atuação dos ginecologistas diante de uma das doenças que ainda representa importante desafio para a saúde da mulher no Brasil.

O primeiro curso aconteceu no dia 20 de junho, em Belo Horizonte. Agora, a programação seguirá para São Paulo, no Sheraton, em 27 de junho; Salvador, em 11 de julho; Rio de Janeiro, em 22 de agosto; e Curitiba, em 29 de agosto.

A iniciativa contará com a participação do Dr. Agnaldo Lopes, diretor científico da FEBRASGO, e terá programação com apoio da MSD.

O câncer do colo do útero é uma doença prevenível, mas que ainda exige avanços no rastreamento, na vacinação contra o HPV, no diagnóstico oportuno e no tratamento adequado das lesões pré-cancerígenas.

Programação científica – A programação, que vai das 8h30 às 16 horas, abordará temas fundamentais, como a realidade do câncer do colo do útero no Brasil, as novidades no rastreamento do HPV, o momento adequado para vacinação, o tratamento de lesões pré-cancerígenas, além de discussão e dinâmica de casos clínicos.

O curso também contará com uma atividade prática sobre LEEP, procedimento utilizado no manejo de lesões do colo do útero, reforçando a proposta de unir atualização científica, treinamento técnico e aplicação prática no cuidado à saúde da mulher.

Ao levar essa capacitação para diferentes regiões do país, a FEBRASGO reafirma seu compromisso com a educação médica continuada e com a qualificação da assistência ginecológica. A atualização dos profissionais é parte essencial para ampliar a prevenção, reduzir diagnósticos tardios e contribuir para melhores desfechos no cuidado às mulheres brasileiras.

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