Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero

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Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero

14 ago. de 2024

FEBRASGO participa da atualização das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero

 

Com o objetivo de reduzir a incidência de câncer do colo do útero no Brasil, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) participou da atualização das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero como consultora especialista. As profissionais das Comissões de Trato Genital Inferior, Oncologia e Vacinas, incluindo Neila Speck, Adriana Campaner, Walquiria Primo, Rita Zanini, Yara Furtado, Isabel Do Val e Susana Aidé, Maricy Tacla desempenharam papéis essenciais no processo discussão no painel de especialistas.

 

A atualização das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero é de extrema importância para garantir a eficácia dos programas de prevenção e detecção precoce. Este processo permite que as diretrizes reflitam os avanços mais recentes em pesquisa e tecnologia, assegurando que as estratégias de rastreamento sejam as mais eficazes e baseadas nas melhores práticas disponíveis. Com diretrizes atualizadas,  é possível melhorar significativamente a qualidade do atendimento e reduzir a mortalidade associada ao câncer do colo do útero no Brasil.

 

O documento integra um conjunto de materiais técnicos alinhados com as ações da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. Seu objetivo é fornecer suporte aos profissionais de saúde em suas práticas assistenciais e auxiliar os gestores na tomada de decisões sobre a organização e estruturação dos cuidados para mulheres com câncer do colo do útero.

 

Profissionais da FEBRASGO têm participado ativamente de reuniões e respondido a questionários elaborados para auxiliar na criação da nova diretriz. Um grupo dedicado está trabalhando na redação do documento, oferecendo sugestões e revisões ao longo do processo. A nova diretriz incluirá o teste de DNA como método de triagem para identificar mulheres com HPV positivo. Aquelas com resultado positivo serão encaminhadas para exames adicionais, a fim de detectar possíveis lesões pré-cancerosas ou câncer do colo do útero.

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