A ginecologia e a luta feminina por direitos

Compartilhe a publicação
A ginecologia e a luta feminina por direitos

28 mar. de 2022

A ginecologia e a luta feminina por direitos

Febrasgo celebra a garra e resistência da mulher, no mês símbolo de suas lutas

 

São Paulo, março de 2022. Há 90 anos, as mulheres brasileiras conquistaram um dos mais importantes direitos, o voto – algo presente no universo masculino desde a Grécia antiga, nos idos de 500 aC. Nesse 2022, um debate igualmente secular permeia nossas casas legislativas, a autonomia feminina para decidirem sobre os procedimentos contraceptivos que desejam ou não utilizar, independente de consentimento do esposo. A crescente velocidade com o que se habitou a comentar as mudanças cotidianas parecem não avançar na mesma medida da equiparação de direitos das mulheres.

 

A representatividade e, sobretudo, a presença feminina em todos os campos da sociedade é de fundamental importância para sua própria evolução. E todos os atores da contemporaneidade são corresponsáveis para que esse intento ocorra. No Febrasgo, a valorização do saber, das competências de gestão e administração tem garantido que a elevada presença feminina observada formações de ginecologia e obstetrícia, estudos acadêmicos e lideranças também se reflita nas composições de CNE, protagonismo em programas de congressos e ementas de cursos, representação da especialidade nas esferas políticas, dentre tantas outras frentes.

 

No âmbito cotidiano de nossa especialidade médica, a atenção e assistência dedicada às pacientes não resulta apenas na manutenção de sua saúde. Mas em possibilitar que continuem sendo presença e força até que as condições de vida estejam equilibradas e possam se ocupar apenas de suas existências.

 

Nesse Mês da Mulher, a Febrasgo celebra a garra e resistência da mulher em sua incessante luta para ser ela mesma.

Veja mais conteúdos

Quando um coágulo é um alerta: trombose pode revelar doenças ainda não diagnosticadas

09 out. de 2026

Quando o cuidado não chega, a violência também acontece: mulheres de regiões remotas seguem expostas à falta de assistência

09 out. de 2026

Tristeza persistente e ansiedade intensa na gravidez não devem ser normalizadas

09 out. de 2026

TSH acima de 2,5 na gravidez nem sempre significa doença da tireoide, alerta nova diretriz

05 out. de 2026

Manifesto da AMB por uma Medicina de Qualidade e uma Saúde Melhor para o Brasil

02 out. de 2026

Osteoporose antes da menopausa pode sinalizar outras doenças

02 out. de 2026

IMSRIO2026: FEBRASGO promove Simpósio sobre terapia hormonal e saúde cardiovascular

02 out. de 2026

Carta do Rio de Janeiro: Posicionamento das sociedades médicas sobre implantes hormonais manipulados

01 out. de 2026

Outubro Rosa: o que muda na saúde sexual da mulher após o câncer de mama

01 out. de 2026

Especialista da FEBRASGO alerta: Fitoterápicos para fogachos têm evidências limitadas e não devem substituir tratamentos comprovados

30 set. de 2026

IMSRIO2026 – Presidente da FEBRASGO debate a saúde cardiovascular da mulher na menopausa e a THM

30 set. de 2026

Antes do primeiro choro: nascimento seguro começa muito antes da sala de parto

25 set. de 2026