Febrasgo lança campanha de nutrição para mulheres em processo de gestação

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Febrasgo lança campanha de nutrição para mulheres em processo de gestação

28 mar. de 2022

Febrasgo lança campanha de nutrição para mulheres em processo de gestação

Iniciativa busca difundir informações que propiciem ingesta de maior qualidade nutricional em meio a tentantes, gestantes e puérperas

 

São Paulo, março de 2022. Ciente dos cerca de 120 milhões de brasileiros* que vivem com algum grau de insegurança alimentar, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia lança a campanha Nutrindo o Amor. A iniciativa visa abrandar os impactos da ingestão nutricional insuficiente por meio da educação e conscientização sobre o papel da alimentação em todo o processo gestacional. A ação trará orientações para melhores escolhas entre as mulheres que têm acesso a alimentos de qualidade. E, sobretudo, oferecerá apoio para a identificação de caminhos nutricionais que possam amenizar os cenários de falta de recursos, no caso daquelas que sofrem com escassez de alimentos abundantes, gás e luz.

 

A campanha promoverá conteúdos para mulheres tentantes, gestantes e puérperas por meio do site e redes sociais da Febrasgo, email mkt e estímulo à veiculação de reportagens sobre o tema. Para tanto, a iniciativa fomentará discussões sobre hábitos culinários, aproveitamento total de alimentos, valorização de sabores regionais e sazonais (comumente, mais abundantes e com menor preço), formas de preparo mais econômicas, etc.

 

Para o público médico, a Nutrindo o Amor investirá ainda em conteúdos ligados ao aprofundamento da acolhida desses perfis de pacientes.

 

A Febrasgo tem ciência de que a batalha contra a insegurança alimentar é multifatorial. Contudo, acredita que a informação pode ser uma ferramenta de apoio e suporte para mulheres que planejam, vivenciam uma gestação ou que se tornaram mães recentemente.

 

* Dado oriundo do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), e do levantamento Efeitos da pandemia na alimentação e na situação da segurança alimentar no Brasil, Coordenado pelo Grupo de Pesquisa Alimento para Justiça da Universidade Livre de Berlim, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com a Universidade de Brasília (UnB)

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