Febrasgo
Login
    Login
    Esqueceu sua senha?
Associe-se
Eventos
    A FEBRASGO
  • Agenda
  • Evento FEBRASGO
CBGO Centro de Treinamento
  • A Febrasgo
      A FEBRASGO
    • Institucional
    • Tudo o que a FEBRASGO faz
    • Federadas
    • Assembleias
    • Estatuto e Regimento Interno
  • Ensino
      Ensino
    • Centro de Treinamento e Simulação
    • FEBRASGO EAD
    • FEBRASGO PLAY
    • Podcasts
  • Publicações
      Publicações
    • Biblioteca GO
    • Febrasgo Position Statement
    • Diretrizes
    • Protocolos
    • Fluxogramas
    • Série Orientações e Recomendações
    • FEMINA
    • RBGO
    • Livros
  • Titulações e Certificações
      Titulações e Certificações
    • Robótica
    • TEGO
    • Certificação
  • Produtos científicos
      Produtos científicos
    • FPS
    • Protocolos
    • Fluxogramas
  • Residentes
      Residentes
    • Matriz de competências
    • EPAs
    • LOGBOOK
    • TPI
  • Social
      Social
    • Campanhas informativas
    • Feito Para Ela
  • Notícias
Associe-se
Eventos
    A FEBRASGO
  • Agenda
  • Evento FEBRASGO
CBGO CTS
✔
Sucesso!

Login realizado com sucesso.

✖
Erro!

Dados de credenciais incorretos!

Voltar

Câncer de Colo de Útero

A Febrasgo apoia a Estratégia Global da OMS para erradicação do câncer de colo de útero!

Banner Câncer de Colo de Útero

O câncer de colo de útero (ou câncer cervical) é um tipo de câncer que ocorre nas células do colo do útero – a parte inferior do útero que se conecta à vagina.

É uma doença prevenível e curável que quando diagnosticada na fase inicial tem elevado índice de sucesso no tratamento. O tratamento adequado e sem atrasos é um fator prognóstico importante. Porém, tem alta morbidade e mortalidade entre mulheres nos países sem programas de prevenção organizados como no Brasil.

Os cânceres invasivos do colo do útero são geralmente tratados com cirurgia ou radioterapia combinada com quimioterapia. A escolha da melhor opção terapêutica depende do estadiamento clínico do tumor, da idade, da história reprodutiva, do estado geral da paciente e das condições disponíveis no serviço de saúde. Cerca de 70% das pacientes são diagnósticas com a doença sem condições de cirurgia, ou seja, na fase avançada e se faz necessária a radioterapia e a quimioterapia concomitantes.

Globalmente surgem mais de 570.000 novos anualmente e morrem mais de 311.000 mulheres a cada ano. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria das mortes acontece nos países com baixo índice de desenvolvimento.

O HPV (papilomavírus humano), uma infecção sexualmente transmissível, desempenham um papel na causa da maioria dos casos de câncer de colo de útero. Quando exposto ao HPV, o sistema imunológico do corpo geralmente impede que o vírus cause danos. Em uma pequena porcentagem das pessoas, porém, o vírus sobrevive por anos, contribuindo para o processo que faz com que algumas células cervicais se tornem alteradas e desenvolva lesões precursoras do câncer que podem evoluir para o câncer propriamente dito.

Sim. Você pode reduzir o risco de desenvolver câncer do colo do útero se for vacinado (prevenção primária) e fazendo testes de rastreamento (prevenção secundária) periódicos.

O câncer de colo de útero (câncer cervical) é uma das formas de câncer mais evitáveis e tratáveis com sucesso, se for detectado e diagnosticado precocemente e gerenciado de forma eficaz

As vacinas para HPV são altamente efetivas e promovem uma diminuição significativa das infecções por HPV e consequentemente também das lesões pré-neoplásicas e neoplásicas do colo do útero.

Entretanto, no nosso país, a cobertura da vacinação tem sido abaixo do necessário para uma ação efetiva nas próximas décadas. As razões para explicar as baixas coberturas são principalmente pelas barreiras logísticas de acesso e pela falta de educação contínua da população.

No Brasil o câncer de colo uterino ocupa o terceiro lugar entre as neoplasias malignas entre as mulheres com 15,43 casos por 100.000 mulheres ao ano e o quarto em mortalidade.

Nas ações de rastreamento deste câncer em mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos, de forma organizada com citologia oncótica cérvico-vaginal e intervalo trienal, com cobertura de 70% desta população, há redução significativa da sua mortalidade com cifras inferiores a 2 mortes por 100.000 mulheres ao ano.

No Brasil pelo sistema público, o rastreamento é feito exclusivamente pela citologia oncótica. As diretrizes de rastreamento publicadas em 2017 ditam rastrear as mulheres de 25 a 64 anos por citologia oncótica com intervalo trienal, após 2 exames normais.

A prevenção primária é feita com a vacinação profilática contra os principais tipos de HPV que estão associados ao câncer de colo de útero em mais de 70% dos casos. No Brasil temos mais de 30 milhões de brasileiros na faixa de 10 a 19 anos. Esses adolescentes têm o direito à vacinação estabelecido pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

As coberturas vacinais atuais são insuficientes para garantir uma proteção futura para essas crianças e adolescentes. Uma estratégia importante é unir o rastreamento de mulheres acima de 25/30 anos com biologia molecular (um único teste) e associar as chamadas para vacinação simultânea de seus filhos adolescentes.

Temos uma ferramenta importante que é o cadastro de auxílio federal que é o bolsa família. Com esse cadastro poderíamos organizar a chamada de rastreamento e vacinação. Vacinar adolescentes fora do ambiente escolar mostrou-se ineficaz, mas a mãe ser chamada para rastreamento e vacinação de seu filho pode ser um estímulo a ser experimentado.

Em 2014 o Programa Nacional de Imunizações (PNI) introduziu a vacina quadrivalente para meninas de 9 a 14 anos em esquema de duas doses com intervalo de 6 meses. Em 2017 o programa passou a contemplar também os meninos de 11 a 14 anos também no esquema de duas doses.

Na primeira dose, no primeiro ano de implantação a cobertura foi mais de 80%. Na segunda dose, quando o governo retirou das escolas e transferiu para as unidades de saúde, houve queda expressiva das coberturas.

Nos anos subsequentes as coberturas vêm caindo refletindo o pouco interesse nesse importante momento de pandemia. Para os meninos as coberturas são insuficientes e são necessárias estratégias por parte de profissionais, educadores e os pais para expandir o alcance dos programas de vacinação.

Em 2020, de janeiro a julho, a mortalidade por câncer invasor de colo do útero esteve entre 25 a 30 óbitos por mês (uma morte a cada 24 horas) em todo estado do Amazonas, e as coberturas vacinais caíram a níveis preocupantes.

O governo do Amazonas suspendeu os procedimentos de tratamento devido à pandemia e devemos ter um impacto importante na mortalidade nos próximos meses.

O câncer do colo do útero é um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, mesmo sendo uma neoplasia evitável, com base em medidas de prevenção primária (vacina contra o HPV) e prevenção secundária (exames de rastreamento) de comprovada eficácia e efetividade.

No Brasil, devido as distintas características socioeconômicas e culturais encontradas que são capazes de gerar um cenário em que coexistem fatores relacionados à pobreza e ao desenvolvimento que compromete o acesso a serviços de rastreamento, diagnóstico e tratamentos oportunos. Consequentemente, as limitações de acesso a serviços de saúde não somente impedem as mulheres pobres de serem diagnosticadas, mas também impossibilitam a oportunidade de receberem tratamento adequado a tempo de se obter a cura.

O sistema público de saúde brasileiro atende 75,32% dos pacientes com câncer, ou seja, cerca de 448.959 casos de câncer foram atendidos na rede pública em 2016. E o Brasil tem apenas 50,8% da quantidade necessária de equipamentos de radioterapia. Salientando, que a radioterapia tem papel importante como tratamento adjuvante ou exclusivo, sobretudo no câncer do colo do útero, conforme a extensão dessas doenças.

Referente aos óbitos, quase nove de cada dez óbitos por câncer do colo do útero ocorrem em Regiões menos desenvolvidas, onde o risco de morrer de câncer cervical antes dos 75 anos é três vezes maior.

Importante salientar as mortes preveníveis de mulheres jovens, quando tratadas adequadamente, no auge de suas vidas laborativas, onde muitas são chefes de família.

Comissão Nacional Especializada (CNE) Ginecologia Oncológica

Comissão Nacional Especializada (CNE) Trato Genital Inferior

Comissão Nacional Especializada (CNE) Vacinas

 

https://www.who.int/news-room/events/detail/2020/11/17/default-calendar/launch-of-the-global-strategy-to-accelerate-the-elimination-of-cervical-cancer

https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/cervical-cancer/symptoms-causes/syc-20352501

https://www.uicc.org/what-we-do/thematic-areas-work/cervical-cancer-elimination?gclid=CjwKCAiA4o79BRBvEiwAjteoYBF27bS7EBxkJE0e-IZyIe7DH-DW2sZO8EdZqkQpKP87v7sN5_pk-BoCYWkQAvD_BwE#_ftn1

https://www.paho.org/pt/topicos/hpv-e-cancer-do-colo-do-utero

Vamos acabar com isso? Rumo à Eliminação do Câncer Cervical – PAHO | OPAS Presidente da Febrasgo aborda estratégia de Eliminação do Câncer de Colo do Útero

Infográfico HPV

Chamada para eliminar o câncer de colo de útero na próxima década com foco no Brasil Call to Eliminate Cervical Cancer in the Next Decade with a Focus on Brazil

30 de abril – Dia Nacional da Mulher: Brasil entra na nova era do rastreio do câncer de colo uterino

No Dia Mundial do Câncer, FEBRASGO esclarece mitos e verdades sobre o câncer de Colo do Útero e o HPV

FEBRASGO marcou presença no evento “Câncer por HPV: O Brasil pode ficar sem”

Febrasgo integra campanha da OMS para erradicação do Câncer de Colo de Útero

Matéria: Febrasgo integra campanha da OMS para erradicação do Câncer de Colo de Útero

Matéria: Febrasgo integra campanha da OMS para erradicação do Câncer de Colo de Útero

Amazonas tem o maior índice de câncer do colo de útero do país

 

FEBRASGO

Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia –
Promovendo a excelência na saúde da mulher há mais de 60 anos.

Av. Brigadeiro Luís Antônio, 3421 São Paulo/SP

(11) 5573-4919 | (11) 3050-0400

febrasgo@febrasgo.org.br

Siga-nos
A FEBRASGO
  • Institucional
  • Tudo o que a FEBRASGO faz
  • Federadas
  • Assembleias
  • Estatuto e Regimento Interno
Ensino
  • Centro de Treinamento e Simulação (CTS)
  • FEBRASGO EAD
  • FEBRASGO Play
  • Podcasts
Publicações
  • Febrasgo Position Statement
  • Diretrizes
  • Protocolos
  • Fluxogramas
  • Posicionamentos Febrasgo
  • Orientações e Recomendações
  • FEMINA
  • RBGO
  • Livros
Titulações e certificação
  • Robóticas
  • TEGO
  • Certificação
Residentes
  • Matriz de competências
  • EPAs
  • Logbook
  • TPI
Social
  • Campanhas informativas
  • Feito para ela
Contato
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco

Política de Privacidade Termos de Uso Cookies Acessibilidade LGPD
© 2026 FEBRASGO. Todos os direitos reservados.
Parceiros e Afiliações
Parceiro AMB
© 2026 FEBRASGO. Todos os direitos reservados.

Para otimizar sua experiência durante a navegação, fazemos uso de cookies. Ao continuar no site consideramos que você está de acordo com a nossa Política de Privacidade.

Aceitar e continuar no site
  • Associados
  • Cursos em GO
  • Comercial